Augusto Meyer

16 de março de 2018

Augusto Meyer (1902-1970), do Rio Grande do Sul, figura de proa do Modernismo gaúcho, estréia com livro de poesia em 1923. Sua arte ficou eclipsada por notável produção ensaística como crítico literário e comparatista. Sua atividade pessoal em prol da cultura foi extraordinária, no largo período em que dirigiu o Instituto Nacional do Livro no Rio de Janeiro. Fundou a revista Madrugada (1926), que duraria quatro números, com parceiros que tinham a mesma convicção. Data do mesmo ano a antologia de novos poetas gaúchos por ele editada, Coração verde. Seu mais famoso poema, incluído em antologias, é “Oração ao Negrinho do Pastoreio”. Principais livros: Giraluz (1928), Duas orações (1928), Poemas de Bilu (1929) e Últimos poemas (1955).